Giro d'Italia 2025: etapa a etapa, altimetrias e onde assistir

A 119ª edição da Corsa Rosa será de 9 de maio a 1º de junho

Daniela Prandi
30 de abril de 2025

Percurso do Giro 2025

Do Bikemagazine
Fotos de divulgação

O Giro d’Italia 2025 será disputado de 9 de maio a 1º de junho. A Corsa Rosa, em sua 108ª edição, escolheu largar do Exterior pela 15ª vez em sua história. A “Grande Partenza” será na Albânia, que recebe o Giro pela primeira vez, com as três etapas iniciais.

Este ano serão dois contrarrelógios individuais num total de 42,3 km, seis etapas para velocistas, oito de média montanha e cinco de alta montanha, 38 km de estrada de terra – 30 no final da etapa de Siena e 8 no Colle delle Finestre que também será o Cima Coppi do Giro, o ponto mais alto, com seus 2.178 metros. A Montanha Pantani será o Passo Mortirolo.

O campeão da maglia rosa será decidido nos Alpes, com mais de 9.000 metros de escalada em dois dias. A etapa 19 é repleta de quatro grandes subidas em 166 km e, em seguida, a etapa 20 sobe o poderoso Colle delle Finestre.

ONDE ASSISTIR 
A 108ª edição do Giro d’Italia terá transmissão no Brasil com narração e comentários em português no serviço de streaming da DSports (Sky e aplicativo Sky+), que vai acompanhar ao vivo todas as etapas pelo quarto ano consecutivo, com apresentação de Sidney White, o Bacana, e comentários do jornalista Leandro Bittar.

Além disso, no Brasil há a opção da TV paga, com narração, comentários, entrevistas e toda a festa da cobertura da RAI, em italiano. O canal está disponível para assinantes Claro/NET, por exemplo.

A Corsa Rosa tem audiência estimada em 694 milhões de espectadores de 198 países.

Prova começa na Albânia com etapa de média montanha até a capital,  Tirana

VEJA ETAPA A ETAPA

PRIMEIRA SEMANA

Grand Partenza – Albânia
Etapa 1 – 9 de maio – Durrës – Tirana – 164 km
Etapa 2 – 10 de maio- Tirana – Tudor – 13,7 km (CRI)
Etapa 3 – 11 de maio – Vlorë – Vlorë – 160 km

12 de maio – Transferência para a Itália

Etapa 4 – 13 de maio – Alberobello (Pietramadre) – Lecce – 189 km
Etapa 5 – 14 de maio – Ceglie Messapica – Matera – 151 km
Etapa 6 – 15 de maio – Potenza – Napoli – 227 km
Etapa 7 – 16 de maio – Castel di Sangro – Tagliacozzo – 168 km
Etapa 8 – 17 de maio – Giulianova – Castelraimondo – 197 km
Etapa 9 – 18 de maio – Gubbio – Siena – 181 km

Giro d’Italia começa na Albânia pela primeira vez

A etapa de abertura, dia 9 de maio, de Durazzo (Durrës) a Tirana (Tiranë), com 160km de percurso, é plana e rápida nos primeiros 65km, quando começa a subida de Gracen, antes da chegada a Tirana para a entrada no circuito final logo após a primeira passagem na linha de chegada.

Os ciclistas percorrem quase todo o circuito de 22km uma vez antes de cruzar a linha de chegada e, em seguida, completar uma volta completa. A subida de Surrel, com inclinações de até 13%, será enfrentada duas vezes. Os últimos 3 km são ligeiramente em declive até o quilômetro final.

 

Contrarrelógio individual pelas ruas da capital, Tirana

Na segunda etapa, no sábado, dia 10 de maio, o pelotão disputa o primeiro contrarrelógio individual do Giro 2025, com percurso pelas ruas da capital albanesa, Tirana, com 13,7 quilômetros. No trecho central, uma curta subida até Sauk é classificada como KOM (também o local da verificação de tempo intermediária). Os 2 km finais correspondem aos da Etapa 1. Os últimos 3 km são planos e os 500 metros finais são retos e planos em asfalto de 8 metros de largura.

Etapa final na Albânia com montanhas até os 30km finais

Na 3ª e última etapa na Albânia, no domingo, 11 de maio, o Giro d’Italia segue por terrenos acidentados no percurso de 160km com largada e chegada em Valona (Vlorë), com apenas os 30km finais da etapa planos.

O percurso circunda o Monte Maja Qores (mais de 2.000m, à beira-mar) e segue para sudeste através do vale Lumi Shushicës em estradas largas e rápidas. Em seguida, chegam ao mar pelo Passo Qafa Shakellës, seguido por um trecho costeiro de mais de 40 km com curvas frequentes e terreno ondulado antes de enfrentar a subida Qafa e Llogarasë (cerca de 11 km com mais de 7%). Uma descida rápida leva de volta a Vlorë. Os últimos 3km seguem ao longo da costa — em sua maioria planos.

Etapa para velocistas na chegada do pelotão na Itália

Depois da transferência para a Itália, a 4ª etapa do Giro será dia 13 de maio, terça-feira, de Alberobello (Pietramadre) a Lecce, com 189km. Será uma etapa plana, com apenas uma curta subida logo no começo, em Putignano. Em Lecce, os ciclistas entram no circuito final logo após a primeira passagem pela área de chegada e percorrem quase 12 km do circuito completo antes de cruzar a linha de chegada e completar uma volta completa.

A 5ª etapa termina na histórica Matera, na Basilicata

A 5ª etapa, dia 14 de maio, quarta-feira, de Ceglie Messapica a Matera, terá 151km. A rota começa no planalto de Murge, desce para Taranto e segue pela rápida estrada costeira de Metaponto (SS106). O percurso sai da SS106 em direção à subida interior de Bernalda e continua por estradas bastante largas em direção a Montescaglioso, uma subida curta, íngreme e quase sempre reta. Uma curta descida leva à chegada na histórica Matera. Os 3 km finais apresentam uma rampa de 10% que leva a avenidas urbanas, primeiro em declive e depois em subida até a chegada.

A 6ª etapa será a mais longa do Giro 2025, com 227km

A 6ª etapa, dia 15 de maio, quinta-feira, terá 227km entre Potenza e Napoli, na jornada mais longa do Giro 2025. Começando em Potenza, a rota conta com a longa subida do Monte Carruozzo antes de se juntar brevemente a uma estrada de alta velocidade.

Já na província de Nápoles, o trajeto serpenteia por áreas urbanas – os 45 km finais são totalmente urbanos, passando por uma sequência contínua de cidades. As superfícies das estradas são em sua maioria boas, apesar de algumas seções bastante longas de paralelepípedos. Cerca de 20 km de autoestrada são cobertos antes da entrada em Nápoles.Os últimos 3 km incluem uma ligeira subida sobre paralelepípedos seguida por 2km de estradas planas que levam à Via Caracciolo.

A 7ª etapa terá subidas alternadas, longas e curtas

A 7ª etapa, dia 16 de maio, sexta-feira, com 168km entre Castel di Sangro e Tagliacozzo, vai testar as pernas dos escaladores com um dia de subidas e descidas alternadas, longas e curtas. O Monte Urano é especialmente difícil: curto, mas com rampas de até 14%.

O trecho final passa pela cidade principal de Tagliacozzo antes de seguir pela antiga SS5 em direção a Marsia, onde a etapa termina. Os últimos 3km são inteiramente em subida, com declives que chegam a dois dígitos (máximo de 13%). A entrada apresenta curvas e ziguezagues largos, levando a uma reta final de 200m em paralelepípedos de 6 metros de largura.

Mais um dia nas montanhas dos Apeninos na etapa 8

Na 8ª etapa, dia 17 de maio, sábado, com 197km entre Giulianova e Castelraimondo, as montanhas dos Apeninos continuam no cenário. No trajeto, o pelotão passa pelas montanhas Teramo e Piceno, indo para Sarnano e subindo Sassotetto (Valico di Santa Maria Maddalena , a 1.455m). Uma descida técnica leva a uma série implacável de subidas e descidas. Depois de Camerino, o percurso circula por Castelraimondo em um circuito aberto de aproximadamente 25km.

O final inclui duas subidas curtas, mas íngremes. Primeiro para Castel Santa Maria (inclinações de 12–13% em 2km), depois por estradas estreitas para Matelica e Gagliole. A 6,5km do final, há uma pequena parede de 800m a 12%+ antes de uma descida técnica para a chegada.

Domingo ao estilo Strade Bianche na 9ª etapa do Giro 2025

A primeira semana do Giro 2025 termina com a 9ª etapa, dia 18 de maio, domingo, com uma etapa ao estilo Strade Bianche, com 181km entre Gubbio e Siena, entre eles 29km de estradas de cascalho.

Os ciclistas se aproximam da região de Siena via Cortona e Sinalunga. Depois de San Giovanni d’Asso, o pelotão atinge o setor Pieve a Salti (8 km): difícil, ondulado e cheio de curvas. Após uma segunda passagem por Buonconvento, eles enfrentam Serravalle (9,3 km), que se conecta diretamente a San Martino in Grania (9,4 km). O setor Monteaperti tem apenas 600m, mas inclui gradientes de dois dígitos. O asfalto retorna brevemente antes do cascalho final em Colle Pinzuto (2,4 km, máximo de 15%).

No caminho para Siena, a rota sobe a Via Esterna di Fontebranda (até 9%), entra pela Porta di Fontebranda a 900m e chega aos paralelepípedos. As inclinações ultrapassam 10%, chegando a 16% por volta dos 500m da Via Santa Caterina. Uma curva acentuada à direita na Via delle Terme, depois na Via Banchi di Sotto, e uma leve descida antes da última curva à direita na Via Rinaldini, que leva à Piazza del Campo.

SEGUNDA SEMANA
Etapa 10 – 20 de maio – Lucca – Pisa – 28,6km (ITT)
Etapa 11 – 21 de maio – Viareggio – Castelnovo ne’ Monti – 185 km
Etapa 12 – 22 de maio – Modena – Viadana (Oglio-Po) – 172 km
Etapa 13 – 23 de maio – Rovigo – Vicenza – 180 km
Etapa 14 – 24 de maio – Treviso – Nova Gorica/Gorizia – 186 km
Etapa 15 – 25 de maio- Fiume Veneto – Asiago – 214 km
Etapa 16 – 26 de maio – Piazzola sul Brenta – San Valentino (Brentonico) – 199 km

 

Contrarrelógio da 10ª etapa

A segunda semana do Giro d’Italia 2025 começa com a 10ª etapa, dia 20 de maio, terça-feira, um contrarrelógio individual de 28,6km entre Lucca e Pisa, com uma curta subida no meio do percurso. Começando em Lucca, os ciclistas circundam as muralhas da cidade. Após o primeiro controle de tempo, o percurso se torna reto com uma leve subida em direção ao túnel Monti Pisani (950 m). Após o túnel, curvas rápidas e amplas levam os ciclistas a San Giuliano Terme e Asciano, e então a Pisa, a cerca de 3 km da linha. A chegada é bem ao lado da torre inclinada.

A 11ª etapa tem percurso com muitas subidas e descidas na segunda metade

A 11ª etapa, na quarta-feira, 21 de maio, tem 186km entre Viareggio e Castelnovo ne’ Monti, com um percurso em duas partes, a primeira, até Castelnuovo Garfagnana, é em subida constante e suave, sem grandes desafios. A segunda metade é cheia de subidas difíceis e longas descidas.

A primeira grande subida é San Pellegrino em Alpe, que termina cerca de 1,5 km após a vila e apresenta inclinações em torno de 20% – a seção mais difícil de todo o Giro de 2025. Subidas adicionais incluem Toano e a subida final para Pietra di Bismantova, levando diretamente a Castelnovo ne’ Monti. Os 3 km finais apresentam uma rampa de subida seguida por uma curta descida para o centro da cidade com algumas curvas desafiadoras. O último quilômetro é todo em subida.

A 12ª etapa vai largar de Modena

Na quinta-feira, dia 22 de maio, a 12ª etapa vai largar de Modena e terminar em Viadana (Oglio-Po), com 172km de percurso. Uma etapa com ondulações nos primeiros 100 km, seguida por um percurso totalmente plano até a chegada. O trecho inicial passa pelos Castelos Matildicos, na zona rural de Modena, antes de chegar a Quattro Castella, onde a estrada se torna completamente plana.

Os ciclistas vão cruzar a linha de chegada uma vez antes de encarar um circuito de 27km, todos em estradas largas e, em sua maioria, retas. Os 3 km finais incluem apenas uma curva a cerca de 500 m da linha de chegada.

Etapa com largada em Rovigo tem série de subidas no trecho final

A 13ª etapa, na sexta-feira, 23 de maio, com 180km entre Rovigo e Vicenza, será um dia rápido, com um trajeto completamente plano na primeira metade, exceto pela curta subida do Passo Roverello. A 60 km da meta, a corrida entra nas Colinas Berici para uma série de subidas, incluindo San Giovanni in Monte.

Após uma primeira passagem pela linha de chegada, os ciclistas completam um circuito de 20km com a subida para Arcugnano (via Pilla), antes do final no Santuário de Monte Berico. Os últimos 3 km são planos até 1.200m do fim, onde começa a última subida. O último quilômetro tem uma média de 7,1%, com as rampas finais atingindo 10–12%.

A 14ª etapa vai levar o pelotão para a Eslovênia

No sábado, 24 de maio, a 14ª etapa terá 195km, entre Treviso e Nova Gorica/Gorizia, na fronteira com a Eslovênia. O percurso atravessa as terras baixas do Vêneto e entra em Friuli. Por volta do KM 140, a corrida entra na Eslovênia pela primeira vez, enfrentando subidas curtas na região de Collio (Brda) antes de chegar a Gorizia e começar o circuito final de 14 km.

Após a primeira passagem pela linha de chegada em Nova Gorica (Eslovênia), os ciclistas completam uma volta completa. Nos quilômetros finais, após a curta subida Saver, o trajeto é plano, com muitas curvas e rotatórias.

 

Monte Grappa está no percurso da 15ª etapa

O domingo leva o pelotão nas alturas, no encerramento da segunda semana. A 15ª etapa, dia 25 de maio, tem longos e duros 219km entre Fiume Veneto e Asiago. A etapa de montanha tem uma primeira parte plana que leva a Bassano del Grappa, seguida por duas longas subidas até o Planalto de Asiago.

No início, o Muro di Ca’ del Poggio é abordado antes de cruzar o Rio Piave e chegar a Possagno e Romano d’Ezzelino, onde a subida de 25km do Monte Grappa começa pela histórica Estrada Cadorna. Uma longa descida leva a Fonzaso e Arsiè, então, após descer a Scale di Primolano, os ciclistas enfrentam a “subida Enego” que leva ao KOM em Dori, a cerca de 20 km da chegada. Os últimos 20 km são muito ondulados, e os 5 km finais após Gallio apresentam uma ligeira descida até 900m do final.

TERCEIRA SEMANA
Etapa 16 – 27 de maio – Piazzola sul Brenta – San Valentino (Brentonico) – 203 km
Etapa 17 – 28 de maio – San Michele all’Adige (Fondazione Edmund Mach) – Bormio – 154 km
Etapa 18 – 29 de maio – Morbegno – Cesano Maderno – 144 km
Etapa 19 – 30 de maio – Biella – Champoluc – 166 km
Etapa 20 – 31 de maio – Verrès – Sestrière (Vialattea) – 203 km
Etapa 21 – 1º de junho – Roma – Roma – 141 km

A 16ª etapa tem chegada em San Valentino após muitas subidas e descidas

A terceira e última semana do Giro 2025 começa na terça-feira, 27 de maio, com a 16ª etapa, de 203km entre Piazzola sul Brenta e San Valentino (Brentonico), um dia de altas montanhas, com mais de 5 mil metros de ganho de elevação, com cinco KOMs classificados – incluindo três subidas de categoria 1.

Após um início plano, a rota entra no Vale Astico via Arsiero, onde a subida começa com Carbonare. Uma descida rápida para Trento é seguida pela primeira metade do Monte Bondone até Candriai. Em seguida, uma breve descida e outra subida para Vigo Cavedine. Outra curta seção de descida leva à subida do Passo di Santa Barbara de Arco-Bolognano: 13 km a quase 9% (picos de 14%). Após a descida para Mori, começa a subida final, até San Valentino.

Os 17 km finais são todos em subida, com duas breves seções planas ou descendentes em Brentonico e San Giacomo. Os últimos 3 km começam com uma curta descida e depois voltam a subir com uma seção a 12%.

 

O icônico Passo del Mortirolo no caminho do pelotão na 17ª etapa

A 17ª etapa, na quarta-feira, 28 de maio, com 155km entre San Michele all’Adige (Fondazione Edmund Mach) e Bormio, é uma etapa de montanha com duas longas subidas centrais. Os ciclistas sobem gradualmente por Val di Non e Val di Sole para chegar ao Passo del Tonale. Após uma rápida descida até Ponte di Legno, eles enfrentam o Passo del Mortirolo, onde os últimos 3km estão todos acima de 10%.

Uma descida difícil para Grosio segue, então uma longa subida em direção a Bormio, com uma curta subida de Le Motte antes de virar para a linha de chegada. Os últimos 3 km são principalmente em declive. Depois de entrar em Bormio, um retorno em “U” marca o início da seção plana que leva à meta.

A 18ª etapa tem 60km de descidas até Cesano Maderno

Na reta final da disputa, a 18ª etapa, na quinta-feira, 29 de maio, tem 144km entre Morbegno e Cesano Maderno, será ideal para um respiro, enquanto os velocistas se preparam para a chegada. As primeiras subidas são seguidas por cerca de 60 km de descidas constantes em terreno plano. As estradas são em sua maioria retas, com larguras variadas, e passam por diversas cidades, com as características habituais do trânsito urbano. Um circuito final plano de 13km com várias curvas fechadas interrompem as longas retas.

Um dia decisivo nas montanhas na 19ª etapa

Na sexta-feira, 30 de maio, a 19ª etapa, com 166km entre Biella e  Champoluc, será de muitas montanhas. Depois de apenas 4km vem a primeira subida para Croce Serra, em direção ao Vale Dora Baltea. Um pequeno falso plano leva os ciclistas a Verrès, e então são três longas subidas de cerca de 15 km cada, sem pausas entre elas: Col Tzecore (últimos 4 km com mais de 12%), Col de Saint-Pantaléon e Col de Joux. Depois de descer para Brusson, a parte final começa, sempre em subida, com a passagem íngreme por Antagnod (até 11%).

A 5km do final, uma descida começa – inicialmente suave, depois mais íngreme a partir de 3km, com uma série de curvas que levam ao quilômetro final. O último km inclui paralelepípedos, depois uma subida constante até a chegada.

Penúltima etapa tem o Colle delle Finestre, o Cima Coppi desta edição

A 20ª e penúltima etapa do Giro 2025, no sábado, 31 de maio, tem 205km entre Verrès e Sestrière (Vialattea). A etapa começa plana até a região de Canavese, então uma série de subidas cada vez mais difíceis levam ao Valli di Lanzo. Depois de Viù, começa a subida do Colle del Lys e uma descida que leva os ciclistas ao Vale Dora Riparia até Susa, onde começa a subida do Colle delle Finestre ( Cima Coppi deste ano, o ponto mais alto).

A subida do Finestre tem uma média consistente de 9,2%, com uma rampa de 14% em Meana di Susa. Os primeiros 9 km são pavimentados; os 9km finais são de cascalho. Há 29 curvas em menos de 4 km (45 no total). A descida para Pian dell’Alpe é estreita e exposta. A subida final para Sestriere na SS23 é constante, de cerca de 5%, em uma estrada larga e bem pavimentada.

Dia de celebrar os campeões em Roma, que recebe a etapa final

O Giro 2025 termina dia 1º de junho, domingo, com uma etapa de encerramento de 143km em Roma, que recebe a final do Giro pela sétima vez, a terceira seguida. Na primeira parte da etapa, o pelotão vai até a costa e Óstia, retornando então à zona de largada. Os ciclistas ainda fazem um circuito final com 8 voltas em um percurso de 9,5 km inteiramente dentro do centro de Roma, com a maioria das ruas asfaltadas, mas com trechos curtos de paralelepípedos (chamados sanpietrini).

O percurso terá uma passagem histórica pela Cidade do Vaticano, com saída pela Porta del Perugino em frente à Basílica de Santa Marta, em homenagem ao Papa Francisco.

AS ETAPAS

Grand Partenza – Albânia
Etapa 1 – 9 de maio – Durrës – Tirana – 160 km
Etapa 2 – 10 de maio- Tirana – Tudor – 13,7 km (CRI)
Etapa 3 – 11 de maio – Valona (Vlorë) – Valona (Vlorë) – 160 km

12 de maio – Transferência para a Itália

Etapa 4 – 13 de maio – Alberobello (Pietramadre) – Lecce – 189 km
Etapa 5 – 14 de maio – Ceglie Messapica – Matera – 151 km
Etapa 6 – 15 de maio – Potenza – Napoli – 227 km
Etapa 7 – 16 de maio – Castel di Sangro – Tagliacozzo – 168 km
Etapa 8 – 17 de maio – Giulianova – Castelraimondo – 197 km
Etapa 9 – 18 de maio – Gubbio – Siena – 181 km

19 de maio – descanso

Etapa 10 – 20 de maio – Lucca – Pisa – 28,6km (ITT)
Etapa 11 – 21 de maio – Viareggio – Castelnovo ne’ Monti – 186 km
Etapa 12 – 22 de maio – Modena – Viadana (Oglio-Po) – 172 km
Etapa 13 – 23 de maio – Rovigo – Vicenza – 180 km
Etapa 14 – 24 de maio – Treviso – Nova Gorica/Gorizia – 195 km
Etapa 15 – 25 de maio- Fiume Veneto – Asiago – 219 km

26 de maio – descanso

Etapa 16 – 27 de maio – Piazzola sul Brenta – San Valentino (Brentonico) – 203 km
Etapa 17 – 28 de maio – San Michele all’Adige (Fondazione Edmund Mach) – Bormio – 155 km
Etapa 18 – 29 de maio – Morbegno – Cesano Maderno – 144 km
Etapa 19 – 30 de maio – Biella – Champoluc – 166 km
Etapa 20 – 31 de maio – Verrès – Sestrière (Vialattea) – 205 km
Etapa 21 – 1º de junho – Roma – Roma – 143 km

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