Do Bikemagazine
Foto de divulgação ASO
A ASO apresentou nesta quinta-feira (23 de outubro) no Palais des Congrés, em Paris, o percurso da edição de número 113 do Tour de France. A prova de 21 etapas será de 4 a 26 de julho, com largada em Barcelona.
A corrida vai passar por todas as cinco cadeias de montanhas da França. Os Pireneus, o Maciço Central, o Jura e os Vosges serão o aquecimento antes do confronto final nos Alpes, com duas chegadas no Alpe d’Huez — incluindo uma ascensão inédita a partir do Col de Sarenne, na véspera da chegada em Paris.
A prova começa com um contrarrelógio por equipes no estilo Paris–Nice. A segunda etapa será em um percurso ideal para puncheurs. Na terceira etapa, nos Pirineus, as montanhas vão desafiar o pelotão e os candidatos à classificação geral, com uma chegada na estação de esqui de Les Angles. Ainda nos Pirineus, a etapa 6 terá a subida mais exigente até o Cirque de Gavarnie.
Os sprinters que não tiverem sucesso em Pau (etapa 5) terão uma nova chance em Bordéus (etapa 7), e também em Dordogne (etapa 8), Nevers (etapa 11) e Chalon-sur-Saône (etapa 12). Especialistas em fugas terão oportunidades de vitória as etapas rumo a Ussel (etapa 9) e Belfort (etapa 13).
O pelotão seguirá em direção a nordeste pelas montanhas do departamento de Cantal, com chegada em Le Lioran (etapa 10), seguida pelas passagens pelas cadeias de montanhas do Jura e dos Vosges.
Após duas semanas de competição, Le Markstein inaugura um fim de semana em que tudo pode acontecer. A subida até a estação de esqui encerrará uma jornada de sofrimento com o inédito Le Haag (etapa 14), que pode se mostrar tão decisivo quanto o Plateau de Solaison (etapa 15), que fará sua estreia no Tour logo após o Col du Salève.
A única crono individual será com o Lago de Genebra (etapa 16) como cenário e poderá mexer na classificação geral antes da trilogia decisiva nos Alpes. A camisa amarela deverá estar segura em Orcières Merlette (etapa 18), mas a dupla chegada no Alpe d’Huez (etapas 19 e 20) vai exigir solidez e preparo físico em dia.
Em contraste com as etapas anteriores — nenhuma com ganho de elevação acima de 5 mil —, a que parte de Le Bourg-d’Oisans ultrapassará a marca dos 5.600 metros de desnível acumulado, impondo um enorme desafio aos ciclistas no Col de la Croix de Fer, Col du Télégraphe e Galibier, antes da subida final à estação de esqui de Isère, pelo Col de Sarenne.
Depois destes desafios, o fim de semana final reserva uma última surpresa para ciclistas e fãs: o pelotão terá de enfrentar a desafiadora colina de Montmartre e seus paralelos antes de chegar aos Champs-Élysées na etapa 21.
VÍDEO DO PERCURSO TOUR DE FRANCE 2026
Mais informações no site oficial https://www.letour.fr/en







